Ju Ferraz: 3 dicas para implementar seu negócio no ambiente digital

Nem só de tecnologia vive o empreendedorismo online, é preciso lembrar que o consumidor final é um ser humano com particularidades
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Ju Ferraz: 3 dicas para implementar seu negócio no ambiente digital
Entramos em uma era na qual somos praticamente obrigados a estar conectados por boa parte do nosso dia

O mundo mudou. As percepções e vivências, obviamente, não são mais as mesmas. Neste um ano e quatro meses em que enfrentamos a pandemia do coronavírus, nossa vida virou de cabeça para baixo. 

Não só houve mudanças na forma como nos comportamos e nos relacionamos com as pessoas, mas como tratamos e seguimos com nossos negócios. Tivemos que nos esforçar muito para se adaptar a essa nova realidade – ou, pelo menos, tentar se manter viva como pessoa física e jurídica.

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Observadora, atenta ao mercado e uma mulher empreendedora, assim como vocês que estão lendo este artigo, fui acumulando experiências, tentativas, acertos e erros nesses meses, e quero compartilhar essa experiência com vocês. Afinal, em momentos como esse, em que a situação não está fácil, novos olhares são sempre bem-vindos.

A minha ideia com este conteúdo é apontar um futuro próximo, que chega impactado por diversas mudanças e adaptações que aconteceram nos últimos tempos e que devem permanecer no cotidiano de outras mulheres empreendedoras para sempre. 

1. Digitalização 

De uma hora para outra, passamos a encarar reuniões virtuais, pensar em soluções digitais para as nossas empresas e trazer o offline para o online.

Marcas que ainda não tinham e-commerce, precisaram agilizar o processo de se inserir no formato de negócios. Empresas que não tinham presença online, precisaram correr para ocupar seu espaço e assim por diante. O home office virou uma realidade que deve continuar em nosso cotidiano por algum tempo.

Entramos em uma era na qual somos praticamente obrigados a estar conectados por boa parte do nosso dia. Tudo é mais fácil, mais rápido, mais prático, chega mais longe, para mais gente, em qualquer horário, em qualquer dia, em um segundo… A oportunidade de expansão que a internet nos traz, é enorme e o momento de aproveitá-la é agora!

Até mesmo no mercado de eventos, que é no qual trabalho, foi necessário pensar em formatos que pudessem criar conexões entre marcas e empresas, não mais presencialmente, mas digitalmente. 

E AINDA: Tentando viver o normal após o “novo normal”

Quando finalmente chegar o “depois da pandemia”, nos acostumarmos ao novo normal, toda essa digitalização vai permanecer como um plus, como uma forma de produzir, de vender, de criar experiências e se conectar com os consumidores. Vai ser um híbrido perfeito e que já atende pelo nome de Phygital: uma mistura de físico com digital.

2. Humanização

Os avanços da tecnologia criam uma certeza de que, dia após dia, ela se torna uma poderosa ferramenta para os negócios. Entretanto, mesmo com todos os nossos desdobramentos para criarmos oportunidades online, não podemos esquecer que a humanização é extremamente importante para criar relações sinceras entre as empresas e seu público. 

É necessário ter a tecnologia, mas é essencial ter seres humanos por trás do gerenciamento dessa ferramenta. Devemos usá-la a nosso favor, como forma de facilitar nossa comunicação e alcance, porém, sempre lembrando de que somos pessoas lidando com outras pessoas. 

O foco dessa humanização, é ampliar a conexão entre os clientes e consumidores, fazendo com que eles se sintam acolhidos, especiais e mostrando que eles estão sendo ouvidos. E isso só é possível ainda com o bom e velho calor humano – mesmo que de forma virtual. 

3. Inclusão 

Agora, mais do que nunca, podemos constatar que vivemos em uma comunidade e que o impacto da ação de cada pessoa influencia na vida de muitas outras.

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Durante a pandemia, nós vimos na prática que só estaremos seguros quando todos estiverem seguros. Essa filosofia só tende a crescer com o passar do tempo, já que a tendência é pensar mais no coletivo e em como nossas atitudes podem impactar a sociedade num todo. Nossas ações não são mais apenas individuais. 

Precisamos estar sempre pensando em formas de se conectar com as mais variadas pessoas, respeitando suas diferenças e entendendo suas vontades. Vivemos em um século no qual a necessidade de diversidade, igualdade e representatividade estão cada vez mais fortes, e isso reflete no comportamento de consumo.

Essa movimentação social se transforma em uma urgência para as empresas e empreendedores, que devem parar de olhar para apenas sua bolha. É importante incluir mais diversidade, não só entre os funcionários, mas também na forma de se comunicar e preencher as necessidades do consumidor.

Ju Ferraz é jornalista e diretora de novos negócios e relações públicas da Holding Clube

O conteúdo expresso nos artigos assinados são de responsabilidade exclusiva das autoras e podem não refletir a opinião da Elas Que Lucrem e de suas suas editoras.

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