Em Moçambique, entendi o lado extremamente positivo da herança portuguesa!

Era nítido que nossa energia era parecida e, na minha opinião, isso é um legado da colonização
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on linkedin
Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on email
avatar Gisele Abrahao
avatar Gisele Abrahao
Gisele passeia com as crianças em Moçambique (Foto: Arquivo Pessoal)

Começo esse texto dizendo que nós brasileiros somos um povo reconhecido mundialmente por nossa hospitalidade, por nossa cultura e tudo o que engloba nosso país. De norte a sul do Brasil, diversos pontos podem ser destacados como “símbolo” do que é um brasileiro.

Como comentei nos últimos textos, estive um período na África onde realizei trabalhos voluntários, encontrei muitas pessoas que agregaram demais à minha vida, me conheci melhor e entendi mais sobre meu papel como cidadã do mundo. Durante essas visitas, sempre reparei características únicas de cada povo em cada lugar.

Conheça a plataforma de educação financeira e emocional EQL Educar. Assine já!

Alguns países que visitei foram colonizados por britânicos, franceses e holandeses, mas Moçambique, assim como o Brasil, foi colonizado pelos portugueses. E isso faz com que muitos aspectos, como cultura, alimentos, formas de cultivo, modos de se vestir e, principalmente, o idioma oficial sejam parecidos com o que nós encontramos durante a história por aqui.

Não sou de comparar lugares e pessoas, você já deve ter notado em meus textos. Mas em Moçambique, eu percebi muitas semelhanças – incrivelmente positivas – entre nós brasileiros e eles. E, pela primeira vez, tive uma sensação de sorte e apreciação verdadeira de nossa colonização portuguesa e suas tradições. Confesso para vocês que eu, finalmente, compreendi que nós brasileiros somos espelho de nossa herança, ou melhor, nossas raízes são ilustradas em muitos sorrisos.

Gisele diz que o maior presente em Moçambique foi a vivência com as pessoas locais (Foto: Arquivo Pessoal)

Moçambique é uma enorme surpresa para quem busca belezas naturais, com lindas praias, parques nacionais, reservas naturais e muita história. De Maputo, a capital, ao arquipélago de Bazaruto, lindas ilhas no Oceano Índico, nos encantamos com experiências incríveis e com o povo, de atitude calma e genuína. Posso aqui afirmar que a vivência com as pessoas locais foi meu maior presente no destino.

Ao chegar em Moçambique, posso lembrar a feliz surpresa de ver a diferença em comportamento – bem mais leve, mais pura e casual – das pessoas de lá comparadas com as de outros países que visitei na África. Senti de verdade muita sorte! Sorte de ter nascido no Brasil e ser vista pelo resto do mundo como uma pessoa feliz, receptiva, aberta ao carinho, ao toque, ao abraço, ao cumprimento. Aberta a felicidade. E isso era sem tirar e nem por, exatamente como eu descreveria também o povo desse país.

Gisele afirma que sorrisos e querer tratar bem eram corriqueiros em Moçambique (Foto: Arquivo Pessoal)

Era nítido que nossa energia era parecida. Sorrisos e o querer tratar bem eram corriqueiros. Isso me encheu de felicidade de uma forma inimaginável. Acredito sim que este comportamento e características são heranças da colonização portuguesa e desde então, vejo com outros olhares e muito mais orgulho os legados da nossa história.

Agora um conselho: Da maneira que for, sempre viaje e absorva qualquer experiência!

Gisele Abrahão é uma viajante do mundo, empreendedora consciente, criadora do prêmio Impactos Positivos e idealizadora da plataforma Lugares pelo Mundo.

O conteúdo expresso nos artigos assinados são de responsabilidade exclusiva das autoras e podem não refletir a opinião da Elas Que Lucrem e de suas suas editoras

Fique por dentro de todas as novidades da EQL

Assine a EQL News e tenha acesso à newsletter da mulher independente emocional e financeiramente

Baixe gratuitamente a Planilha de Gastos Conscientes

Siga Elas Que Lucrem nas redes sociais:

Siga Elas Que Lucrem: