Parceria entre banco e edtech cria programa para mulheres ingressarem na área de tecnologia

Iniciativa aborda aspectos técnico e habilidades socioemocionais
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Vojtech Okenka/Pexels
As participantes aprendem conceitos Javascript e habilidades socioemocionais para que possam adquirir (Foto: Vojtech Okenka/Pexels)

Uma parceria entre o banco digital next e a edtech de impacto social Laboratória resultou num bootcamp intensivo de seis meses para mulheres, cujo objetivo é incentivar a diversidade de gênero na área de tecnologia e promover um mercado digital mais inclusivo. 

Seis desenvolvedoras já foram contratadas graças à iniciativa para atuar com programação front-end, responsável pela interface gráfica de sites e aplicativos, na área de tecnologia da informação do banco. O setor conta com 23% do quadro formado por mulheres, percentual acima da média nacional, que é de 20% segundo levantamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2021.

O programa atende mulheres a partir de 18 anos e prioriza jovens que tenham, preferencialmente, cursado o ensino médio na rede pública. Ex-alunas da rede particular também podem participar, desde que tenham contado com bolsa integral por critério de renda.

A head de relações humanas do next, Flávia Munari Vergili, destaca que a iniciativa não proporciona apenas inclusão social e de gênero, mas tem um papel transformador. “Ele abre uma porta para que mulheres, que até então vivenciavam outras experiências profissionais, possam mudar o rumo de suas histórias e migrar de carreira em busca de um futuro promissor no mercado de tecnologia, que está em alta e caminha para se tornar mais inclusivo e plural”, diz.

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As participantes aprendem conceitos Javascript e habilidades socioemocionais para que possam adquirir novas competências e, assim, ingressar no setor.

A analista de dados júnior Jéssica Patrícia Barbosa do Nascimento é uma das contratadas pelo banco em 2020, depois de apresentar um projeto real proposto durante um hackathon. “No treinamento, aprendemos aspectos técnicos e comportamentais, que nos permitem atuar em áreas predominantemente masculinas e a trabalhar em projetos sob pressão”, conta. Hoje, ela atua como líder de um squad voltado a soluções com foco na melhoria da experiência do cliente.

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