Empreendedorismo: cresce percentual de mulheres que abriram o próprio negócio

Número de empresárias saltou 4% de 2018 a 2020, segundo pesquisa global da consultoria Ipsos
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Levantamento mostrou que pelo menos 43% dos brasileiros pensam em empreender (Foto: Pexels)

De 2018 até 2020, o número de mulheres que se tornaram empreendedoras saltou de 23% para 27%, respectivamente, segundo dados obtidos pela consultoria internacional Ipsos em uma pesquisa realizada em 28 países. Além disso, o levantamento também mostrou que pelo menos 43% dos brasileiros pensam em empreender, sendo que 40% planejam fazer isso nos próximos dois anos. 

Em relação a percepção de equidade de gênero na hora de abrir um negócio, os dados mostram que o mercado de empreendedorismo mundial ainda tem muito o que avançar. No âmbito global, apenas 37% dos entrevistados acreditam que as mulheres são tratadas de forma justa quando tentam iniciar um negócio. No Brasil, esse número cai para 25%. 

Em contrapartida, o perfil mais comum de empreendedores percebido pela pesquisa é o de homens de alta renda com ensino superior completo. Outro fator apontado pelo documento ainda é que, em nível global, 14% dos entrevistados já iniciaram um negócio próprio mais de uma vez. Entre os brasileiros, esse percentual é de 28%.

Entre as estatísticas de empreendedorismo feminino no país, estão a educadora financeira Aline Soaper. Criada no Complexo do Alemão, um dos maiores conjuntos de favelas da Zona Norte do Rio de Janeiro, a empresária criou seu primeiro negócio – uma pequena fábrica de carimbos – dentro do próprio quarto. 

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“Nessa época, eu tinha apenas 17 anos e ainda cursava o ensino médio. Com 18 anos de idade comprei meu primeiro carro usado, sem precisar fazer um financiamento. De lá pra cá, já empreendi em várias áreas, até chegar nas finanças. Quando eu entrei nesse segmento não foi tão simples – ainda era muito difícil encontrar mulheres de sucesso nessa área. Mas mesmo com muita melhora, ainda existe um preconceito em achar que as profissionais do gênero feminino não entendem do setor como os homens”, afirma. 

Atualmente, a educadora financeira celebra o aumento da participação de mulheres no mercado de economia e finanças. “Hoje, há muitas de nós nessa área e mostrando tanta capacidade quanto os homens. O reflexo está no resultado que nós tivemos na B3, com a marca de 1 milhão de investidoras em 2021″, finaliza. 

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