5 dicas para aproveitar a Black Friday sem criar um rombo no orçamento

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A Black Friday é um dos momentos mais esperados do ano por consumidores e varejistas. Criada originalmente nos Estados Unidos, a iniciativa já se tornou tradição também por aqui, e vem produzindo recordes de vendas ano após ano. A edição de 2020, por exemplo, movimentou R$ 5,1 bilhões segundo a Neotrust/Compre&Confie. O montante é 31% maior do que no ano anterior.

Em 2021, a expectativa é que a promoção, marcada para 26 de novembro, registre números ainda mais expressivos. De acordo com uma pesquisa feita pela Conversion, 87,75% dos brasileiros entrevistados pretendem fazer compras na data, tanto nas lojas online quanto físicas. No ano passado, esse índice era de 76,50%.

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No entanto, é preciso tomar cuidado para que a empolgação não transforme oportunidades em dívidas. Comprar sem qualquer tipo de planejamento e pesquisa pode resultar num pesadelo financeiro capaz de durar vários meses. Para evitar que isso aconteça, a Elas Que Lucrem conversou com especialistas e apresenta, a seguir, seis dicas para ajudar os consumidores a tirar proveito da campanha sem prejudicar o orçamento. Veja quais são elas:

Faça uma lista do que você precisa comprar

A melhor forma de se preparar para aproveitar a Black Friday sem extrapolar o orçamento é saber exatamente o que precisa ser comprado. A maneira mais prática de fazer esse controle é por meio de uma lista. Além disso, é interessante estabelecer um valor máximo para gastar na data. 

Segundo a especialista em investimentos e educadora financeira Jaqueline Granja, um dos maiores erros dos consumidores é fazer as compras sem ter definido o que realmente precisa. “Em situações assim, é muito comum acabarmos adquirindo algo do qual não precisamos só para aproveitar os descontos. O ideal é começar a se planejar uma semana antes, pois assim dá tempo de rever a lista até o dia.”

Calcule o quanto pode gastar

Mais de 70% dos brasileiros possuem o hábito de parcelar suas compras no cartão de crédito, segundo dados deste ano da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Sebrae. Na Black Friday não será diferente. Por isso, um cuidado especial é pensar bem o quanto quer e pode investir em uma compra, pois o risco com a inadimplência é alto e, diante de descontos agressivos, a tentação é grande. Ou seja, não adianta esperar até a data para comprar um produto sem ter o valor para o pagamento. Isso fará com que você entre num ciclo negativo, uma verdadeira bola de neve.

Comece a monitorar os preços dias antes

Para se certificar de que o desconto oferecido em um produto ou serviço realmente vale a pena, é importante ficar de olho na variação de preços. “Uma boa dica é fazer uma pesquisa bem antes da Black Friday dos valores dos produtos que pretende adquirir para que tenha certeza de que, de fato, os descontos foram aplicados”, dizem especialistas da fintech Zippi. Graças à tecnologia, hoje já existem vários sites que auxiliam na comparação de preços, como Zoom, Já Cotei e Reduza. Vale lembrar que a dica serve também para compras mais rotineiras.

Não ignore o valor do frete

Ao fazer compras online, é importante prestar atenção no valor do frete. Como o volume de aquisições por esse canal aumentou expressivamente com a pandemia, causando uma série de problemas logísticos, os custos do serviço dispararam. “O frete é um ponto de atenção, já que, em muitos casos, acaba inviabilizando a operação. A dica é aproveitar as promoções que envolvem fretes menores e comprar vários itens, se for o caso, de um mesmo vendedor para economizar”, ensina Jaqueline.

Redobre a atenção para evitar golpes

Para evitar dores de cabeça com possíveis armadilhas – como lojas falsas ou descontos fora da realidade -, é importante ficar atento à reputação da loja em sites que atuam justamente para determinar a confiança dos vendedores, como o Reclame Aqui ou o Procon. “Verifique também se o site é seguro e possui o ‘https’ na frente e o símbolo do cadeado ao lado do endereço”, ensinam os especialistas da Zippi.

Jaqueline Granja alerta ainda, que, se o estabelecimento não for muito conhecido, vale perder algum tempo lendo os comentários de consumidores que já tiveram a experiência de comprar lá.   

Carol Proença é estudante de economia e especialista de investimentos certificada

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