Infidelidade financeira: 1 em cada 4 homens faz compras escondido

Pesquisa de fintech revela que apenas 28% dos casais possuem um controle econômico compartilhado
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Entre os casais ouvidos na pesquisa, 11% admitem cometer o deslize uma vez por mês (Foto: Pexels)

Quando o assunto é a divisão de dinheiro entre casais, algumas ações podem configurar a chamada “infidelidade financeira”. O termo se refere à falta de lealdade associada à maneira como se guarda ou gasta recursos econômicos, sejam com pequenos gastos compulsivos ou até na omissão de bens e contas bancárias. Atualmente, segundo a SPC Brasil, cerca de 46% dos casais brasileiros têm brigas frequentes por questões financeiras.

Uma pesquisa promovida pela fintech de saúde financeira Onze mostrou que pelo menos um em cada quatro homens faz compras escondido da (o) parceira (o). Já entre as mulheres, o comportamento aparece em uma a cada cinco entrevistadas. 

Além disso, entre os 1.493 casais ouvidos na pesquisa, 11% admitem cometer o deslize uma vez por mês, enquanto 5% o fazem a três meses, 4% uma vez por semana e 3% uma vez ao ano. Em contrapartida, 77% afirmam não ter esse tipo de conduta. 

Entre os parceiros ou parceiras que assumiram o hábito de esconder as compras, 28% têm um controle financeiro conjunto. Outros 24% não fazem nenhum tipo de planejamento, nem mesmo individual. Já 17% usufruem de seu próprio controle, enquanto 23% admitem que apenas uma parte do casal tem essa administração. Já 8% possuem dois planejamentos, o de casal e o individual. 

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Para Ana Paula Netto, consultora da Onze, compartilhar a realidade das finanças, incluindo rendimentos e dívidas, é essencial para a construção de uma relação mais fiel sobre a situação econômica de cada um dos pares. “É curioso que a maioria dos casais que compram escondidos tenha um controle financeiro conjunto. Isso só reforça o fato de que o dinheiro ainda é um tabu para as pessoas”, explica.

Por outro lado, apesar de fazerem mais compras escondido, o levantamento mostrou que a confiança na transparência das contas é maior entre os homens. Enquanto 83% deles acreditam que sua parceira ou parceiro mantêm os hábitos financeiros de forma totalmente transparente, o número cai para 77% entre as mulheres. Além disso, 18% das entrevistadas admitem não serem 100% sinceras sobre suas contas, contra 11% deles. 

Em relação ao controle de caixa, 65% dos parceiros não utilizam conta conjunta, contra 17% que adotam essa modalidade. Ao todo, apenas 5% possuem uma conta conjunta e outra individual.

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