5 dicas básicas para quem quer começar a investir

Os primeiros passos rumo a uma vida financeira saudável envolvem planejamento e disciplina
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Pexels/Liza Summer
Apenas 32% da população é capaz de reservar um montante mensal para investimentos (Foto: Pexels)

Nos últimos anos, a crise sanitária global intensificou o cenário de desemprego e endividamento da população no Brasil. Atualmente, 9,3% dos brasileiros estão sem trabalho, enquanto 77,7% finalizaram o mês de junho com alguma dívida, conforme dados da Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor). 

Como agravante, um levantamento realizado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) mostrou que sete a cada dez brasileiros não conseguem gastar menos do que recebem. Com isso, apenas 32% da população é capaz de reservar um montante mensal para investimentos, modalidade essencial para a conquista da independência financeira. 

Segundo Thaíne Clemente, executiva de estratégias e operações da Simplic, plataforma de crédito pessoal, é necessário que os brasileiros mudem os seus hábitos de consumo para ter mais folga nas finanças. “É um momento de se reorganizar e definir as prioridades, gastando o menos possível”, afirma.

A especialista aconselha ainda que a população use sua renda apenas para as necessidades reais, reservando o restante do orçamento para investimentos que tragam mais segurança nessa área. “No entanto, o mais importante é se atentar para não entrar no vermelho”, completa. 

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Nesse sentido, bastam algumas ações simples para que os primeiros sinais de melhora sejam notados no bolso. Afinal, investir não é privilégio de quem já desfruta de rendas altas e uma vida financeira saudável. 

Assim, veja, a seguir, cinco dicas de Thaíne Clemente para quem está começando a investir:

Defina um objetivo 

Abrir mão de “luxos” e supérfluos será uma tarefa mais fácil caso exista um objetivo claro a longo prazo. Assim, estabelecer um motivo para a poupança de determinada quantia mensal fará com que todo o processo de educação financeira, privação e investimento ganhe um sentido palpável. “Seu objetivo pode ser comprar um carro, uma casa, fazer uma viagem ou simplesmente guardar pensando em uma garantia no futuro caso perca um emprego, etc”, explica Thaíne. 

Determine os gastos fixos

O próximo passo é colocar na ponta do lápis quais são os gastos cruciais do mês, o que dará uma ideia de quanto será possível poupar nesse período. Além de despesas básicas como alimentação e moradia, também vale incluir um orçamento máximo para lazer e consumo, o que facilitará o controle diário. De acordo com a especialista, esse cálculo também permite mais clareza em relação aos gastos que podem ou não ser cortados. 

Defina um valor mensal para poupar

Depois de fazer a conta de gastos, basta subtrair a quantia da renda mensal para ter uma ideia do valor que poderá ser poupado. Em relação a isso, Thaíne destaca ainda que o volume da quantia não é o principal fator a ser considerado, e sim a frequência dessa poupança. “Não importa se for apenas R$ 50, o importante é se educar para poupar impreterivelmente todo mês”, afirma. E claro, se for possível colocar além do estabelecido, melhor ainda.

Faça um investimento

Poupar dinheiro não significa apenas deixá-lo na poupança – afinal, o rendimento oferecido por essa modalidade é muito pequeno. Portanto, o mais recomendado pela executiva é optar por investimentos no mercado financeiro, o que pode ser feito através de uma corretora. “Antes de começar, vale a pena avaliar qual o seu perfil de investidor com um profissional da área, que irá te instruir sobre investimentos seguros e acessíveis”, explica. Uma das modalidades preferidas dos brasileiros, por exemplo, é o investimento em renda fixa, como é o caso do Tesouro Selic. 

Não crie novas dívidas e evite cartões de crédito

É importante se policiar para não precisar incluir um novo gasto mensal desnecessário que coloque em risco o dinheiro do investimento estabelecido, ou, ainda pior, fazer com que se torne uma dúvida. Além disso, não ter em mãos o cartão de crédito como opção, assim não se perde o controle daqueles gastos mensais. “A ideia é separar o dinheiro para cada despesa já no início do mês, mantendo esse compromisso com você mesmo”, conclui Thaíne. 

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