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Principais notícias do mercado para terça-feira

Tributação global, inflação nos Estados Unidos, prorrogação do Auxílio Emergencial e tudo que vai mexer com o mercado nesta terça.
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Ontem, o mercado internacional andou sem uma direção única, com alguns países fechando com leves altas ou leves perdas. Esses resultados surgem de uma indecisão de como as grandes empresas de tecnologia e multinacionais vão reagir com a tributação global definida pela reunião do G7.

O G7, que é uma reunião das sete principais economias do mundo para debater assuntos globais, definiu a tributação global de no mínimo 15% para multinacionais, com o objetivo de arrecadar mais dinheiro para os governos e evitar que empresas se mudem para países com tributação mais baixas.

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Ainda está acontecendo um debate sobre o crescimento da economia chinesa, que apresentou seus dados de importação e exportação abaixo da expectativa do mercado.

Outra grande preocupação do mercado internacional é a inflação nos Estados Unidos, que pode ditar como o governo irá seguir com a sua política monetária. Esse receio pode ser amenizado com a divulgação do índice de inflação que será divulgado na quinta-feira. Com essas preocupações, o S&P500 (índice que mostra o resultado das 500 principais empresas da bolsa americana) fecharam perto do resultado registrado na sexta-feira. A Nasdaq também permaneceu estável e fechou em alta após a farmacêutica Biogen aprovar o remédio para Alzheimer.

A bolsa brasileira fechou ontem em alta pelo oitavo dia consecutivo, algo que não acontecia desde 2018, e com um novo recorde histórico de 130.776 pontos, alcançando durante o dia o pico a casa dos 131 mil pontos.

A alta veio impulsionada pelas discussões sobre a prorrogação do Auxílio Emergencial por mais dois meses e pelo presidente da Câmara dos Deputados anunciar que o ideal seria não prorrogar por mais tempo.

O destaque do mundo corporativo fica com a Biosev que anunciou um lucro líquido de R$ 216,4 milhões sobre a safra de 2020/21. Isso é uma grande notícia para os investidores, já que a empresa havia apresentado um prejuízo de R$ 1,5 bilhão na temporada anterior.

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