Ação da Cisco tem mínima em 18 meses com receios por China e Ucrânia

Fabricante de tecnologia alertou sobre escassez persistente de componentes
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As ações da Cisco caíram hoje (19) à mínima de 18 meses, após a empresa alertar sobre a escassez persistente de componentes, preocupando Wall Street quanto ao impacto das restrições da China à Covid-19 e à crise na Ucrânia.

As ações da empresa caíram cerca de 14% às 15h39 (horário de Brasília), e arrastaram os pares Juniper Networks, F5 e Arista Networks.

Fabricantes com a Cisco, que se beneficiaram com os gastos de empresas para infraestrutura de tecnologia para incorporar o trabalho híbrido, enfrentam escassez de componentes, que piorou desde que o principal centro de fornecimento da China implementou bloqueios rigorosos contra a Covid-19 em abril.

“Todo o setor tem restrições de oferta. Reconhecemos que a Cisco tem uma escala diferente de seus concorrentes, mas ressaltamos que os pares não estão vendo esse nível de interrupção”, disse Alex Henderson, analista da Needham.

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A Cisco tem uma carteira de pedidos de US$ 15 bilhões, incluindo US$ 2 bilhões em softwares que ainda não foram entregues aos clientes. A empresa disse que as taxas de cancelamento foram menores do que nos tempos pré-pandemia.

A empresa sofreu impacto de US$ 200 milhões após encerrar as operações na Rússia e em Belarus no último trimestre e previu queda de 1% a 5,5% na receita do trimestre atual, em parte devido às importações mais lentas de componentes da China.

(Com Reuters)

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