Como se proteger do aumento da cerveja

Optar por investimentos atrelados à inflação é uma forma de compensar a elevação do custo de vida
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A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes estima que o reajuste deve girar em torno de 10% (Pexels)

No início de outubro, a Ambev, maior cervejaria do mundo, anunciou que pretende reajustar o valor das bebidas em território brasileiro. A notícia da proprietária de 32 marcas, como Skol, Brahma, Stella, Bohemia, Corona e Antárctica, pegou os consumidores de surpresa. Embora a companhia não tenha revelado o índice de reajuste, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes estima que ele deve girar em torno da inflação oficial, ou seja, cerca de 10%.

A boa notícia é que não é preciso entrar em pânico. Existe uma maneira de se proteger do aumento e garantir o abastecimento daquela que nos acompanha nos momentos de lazer.

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A inflação faz o dinheiro valer mesmo, corroendo nosso poder de compra. Se, em 2000, conseguíamos comprar 87 latinhas de 350 ml de Brahma com R$ 50 (a R$ 0,57 cada), hoje esse mesmo valor nos permite adquirir apenas 19 (a R$ 2,57 cada). 

Uma forma de “compensar” essa perda é apostar nos investimentos, que fazem o caminho oposto ao da inflação. Assim, os rendimentos obtidos com eles acabam diminuindo um pouco essa diferença.

No  entanto, para que isso aconteça, é necessário que os ganhos ultrapassem o aumento dos preços. Se a inflação estiver como agora, por exemplo, na casa dos 8,51% ao ano, a rentabilidade dos investimentos precisa passar disso.

Para chegar nesse nível de dividendos é necessário escolher muito bem o tipo de investimento. A poupança, por exemplo, muito popular no Brasil, rende bem abaixo da inflação, ou seja, não tem fôlego para compensar o aumento do custo de vida. Alguns produtos são atrelados à inflação, ou seja, se os preços aumentam, a rentabilidade desse investimento acompanha, por exemplo ações, títulos públicos atrelados a inflação e fundos imobiliários. Esses produtos são os mais interessantes para as investidoras que desejam se proteger da subida de preços.

Carol Proença é estudante de economia e especialista de investimentos certificada

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