Quem são as 15 mulheres à frente das melhores empresas para trabalhar no Brasil

Elas são apenas 10% do ranking geral do Great Place to Work, formado por 150 companhias
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Mariana Dias é a fundadora e CEO da Gupy (Via: Divulgação)

Nesta semana, o Great Place to Work Brasil (GPWB) realizou a 25ª premiação do ranking anual “150 Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil”. O evento online reuniu mais de 4.000 empresas e impactou quase 1,8 milhão de colaboradores.

Para a seleção, o levantamento leva em consideração o tamanho da equipe e as práticas culturais da organização; como questões afirmativas e incentivo ao desenvolvimento. Algumas ações se destacaram nas empresas ranqueadas, como a presença de equipes focadas em promover a diversidade (93%) e a permissão para  que funcionários participassem de programas de voluntariado no horário de trabalho (87%). Outros indicadores frequentes foram programas de coaching (87%), bolsas de estudos para graduação ou pós (84%) e bolsas de estudo para cursos de idiomas (74%). 

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Na perspectiva dos colaboradores, o prêmio mostrou que as equipes permanecem nessas empresas devido, principalmente, às oportunidades de crescimento (46%), qualidade de vida (23%) e alinhamento de valores (16%). Fatores como remuneração e benefícios apareceram em apenas 12% das respostas. 

Outra pesquisa divulgada pelo GPWB na mesma data revelou as principais transformações do trabalho depois da pandemia. Após escutar 2.008 profissionais, o levantamento indicou que 77,75% das companhias que já traçaram um plano de retomada pretendem adotar o regime híbrido daqui em diante. No entanto, 37,3% dos funcionários  de todas as empresas ouvidas confirmaram que não foram questionados sobre a decisão, enquanto 82% disseram que a organização não mapeou os colaboradores que mudaram de localidade durante o período. 

O novo formato de trabalho também já interferiu nos benefícios oferecidos pelas companhias no pós-pandemia. De forma geral, a oferta de vale-transporte caiu de 78,4% para 49,1%, enquanto o serviço de fretados foi de 20% para 12,8%. Em relação ao recrutamento, 70,7% dos profissionais confirmaram que a seleção foi realizada de modo remoto, sendo que 56,3% disseram que funcionários residentes fora da cidade sede foram contratados. 

Em meio às 150 companhias premiadas, apenas 15 são lideradas por mulheres – exatamente 10%. Veja, a seguir, quem são elas:

Bianca Strattner, da Strattner

Bianca Strattner é a atual CEO da Strattner, empresa familiar do setor médico hospitalar que atua desde 1950. A executiva é responsável por liderar um time de mais de 500 colaboradores divididos entre São Paulo e Santa Catarina. Sob seu comando, a companhia foi considerada a melhor empresa do ramo da saúde para se trabalhar pelo GPTW em 2016.

Cristina Palmaka, da SAP

Cristina Palmaka é a presidente da SAP para América Latina e Caribe (Via: Divulgação)

Administradora formada pela Fundação Álvares Penteado (FAAP), Cristina Palmaka é a presidente da SAP para América Latina e Caribe desde 2020. Há quase 40 anos no mercado brasileiro de tecnologia, ingressou na empresa em 2013, após passagens por gigantes do setor, como Microsoft, HP e Philips. Atualmente, a executiva também faz parte do conselho da Eurofarma, Arcos Dorados e C&A.

Edna Honorato, do Consórcio Magalu

Edna Honorato também é presidente do conselho da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) (Via: Reprodução/ Twitter)

O Consórcio Magalu, área do Magazine Luiza voltada para benefícios de compra, é liderado por Edna Honorato, que atuava no mercado de consórcios há  três anos antes de ser convidada para implementar o modelo na varejista, em 1991. Duas décadas depois, passou a responder como diretora executiva da companhia. Atualmente, também é presidente do conselho da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) e fundadora da Associação Mão Amiga Recanto Janaína (Amarja), grupo que ampara instituições voltadas à recuperação de dependentes químicos.

Katia Vaskys, da IBM

Katia comanda os negócios da IBM (Via: Divulgação)

Katia é a primeira mulher a ocupar o posto mais alto de comando da IBM no Brasil. Nomeada para a posição no início do ano, a executiva atuava na empresa de tecnologia desde 2010, quando ingressou como partner global business services. Com 25 anos de carreira na indústria de tecnologia da informação, a executiva já liderou os negócios da Teradata Brasil e ocupou posições técnicas em empresas como Oracle, SAP e Siebel Systems. Atualmente, também é patrocinadora executiva do time de diversidade e inclusão da companhia. 

Laura Oliveira, do Grupo Levvo

Laura é a fundadora e atual CEO do Grupo Levvo (Via: Divulgação)

Laura é a fundadora e atual CEO do Grupo Levvo, empresa que atua no comércio de alimentos como franquia McDonald’s. Considerada um destaque no setor devido a sua estabilidade no mercado, a empresária está há 20 anos no segmento e também já atuou como conselheira do grupo Mulheres do Brasil no Distrito Federal. Sob seu comando, a Levvo também apareceu na última edição do prêmio GPTW Mulher, em junho, que lista as 70 melhores empresas para mulheres trabalharem no Brasil.

Lídia Abdalla, do Grupo Sabin

Lídia Abdalla entrou no Grupo Sabin como trainee (Via: Divulgação)

Há 22 anos, Lídia Abdalla entrou no Grupo Sabin como trainee. Desde 2014, no entanto, ocupa o posto de CEO da empresa de medicina diagnóstica. Formada em farmácia-bioquímica pela Universidade Federal de Ouro Preto, a presidente da companhia está à frente de um time de 6.200 colaboradores espalhados pelas 305 unidades do país. Destes, 77% são mulheres e 74% ocupam cargos de liderança. Devido à gestão voltada ao protagonismo feminino, Lídia se tornou signatária dos sete Princípios de Empoderamento das Mulheres estabelecidos pela ONU Mulheres.

VEJA TAMBÉM: De trainee a presidente: como Lídia Abdalla chegou ao mais alto cargo de um dos principais grupos de saúde do país

Mariana Ramos Dias, da Gupy

Mariana é formada em administração pela USP (Via: Divulgação)

Mariana Dias é a fundadora e CEO da Gupy, empresa de recrutamento e seleção digital que foi considerada pelo LinkedIn como a terceira startup de mais destaque no Brasil. Antes do empreendimento, a executiva passou pelo setor de recursos humanos da Ambev, onde ingressou como trainee em 2011. Formada em administração pela Universidade de São Paulo (USP), conta com especialização em empreendedorismo e inovação pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.

Maria Luisa Carvalho Soliani, da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

Maria Luisa é diretora da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP) e coordenadora geral da Fundação Bahiana para Desenvolvimento das Ciências. Graduada em medicina pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), a gestora conta com mestrado em teoria psicanalítica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). 

Marta Saft, da Thoughtworks

A advogada comanda a empresa desde 2018 (Via: Divulgação)

A advogada lidera os negócios da consultoria Thoughtworks no Brasil desde 2018. Dedicada à área do direito empresarial, na qual se especializou, Marta ingressou na empresa há nove anos. Também foi responsável pela implementação do departamento jurídico na companhia, fazendo parte do time de liderança desde a entrada.

Mirele Mautschke, da DHL Express Brasil

Mirele ingressou na empresa aos 24 anos (Via: Divulgação)

A engenheira ingressou na DHL Express aos 24 anos. Quase duas décadas depois, tornou-se a diretora da empresa no Brasil. Com MBA em administração pelo Ibmec, a executiva se consolidou na área de operações antes de conquistar a posição de comando. Atualmente, também está à frente de ações de diversidade na empresa, incluindo a adoção de um quadro de liderança onde 41% são mulheres.

Patrícia Chacon, da Liberty Seguros

Patrícia é a executiva que comanda a Liberty Seguros (Via: Divulgação)

Desde março, Patrícia é a executiva que comanda a Liberty Seguros. Há 13 anos no mercado, nove deles na companhia, começou sua carreira na SNV, organização de desenvolvimento internacional sem fins lucrativos. Com MBA executivo pela Harvard Business School, chegou a atuar na empresa como chief transformation officer e chief marketing and strategy officer antes de chegar à liderança. 

Renata Campos, da Takeda Brasil

Renata Campos lidera os negócios da Takeda no Brasil desde janeiro de 2019 (Via: Reprodução/LinkedIn)

No mercado farmacêutico há 20 anos, Renata Campos lidera os negócios da Takeda no Brasil desde janeiro de 2019. Com passagens internacionais pelo grupo, a executiva já atuou como gerente geral da companhia na Turquia, em 2013, e como presidente da filial na Argentina, em 2015, quando teve sua liderança premiada pelo Emerging Market President’s Awards. Graduada em farmácia e bioquímica pela Universidade de São Paulo (USP), também foi nomeada “rising star” pela Healthcare Businesswomen’s Association.

Tânia Cosentino, da Microsoft Brasil

 Tânia Cosentino foi reconhecida pela ONU por seus trabalhos em prol do desenvolvimento sustentável (Via: Divulgação)

Desde 2019, a paulistana Tânia Cosentino é a mulher por trás da Microsoft Brasil. Engenheira de formação, a executiva passou 20 anos da sua carreira na multinacional francesa Schneider Electric, onde chegou a atuar como vice-presidente global de qualidade e satisfação do cliente. Deixou a cadeira para assumir a gigante de tecnologia num momento onde a transformação digital se tornou iminente. Ao dedicar parte de seu trabalho às causas ESG, Tânia foi reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) por seus trabalhos em prol do desenvolvimento sustentável em 2019, além de integrar um programa de igualdade de gênero na instituição. 

Tatiana Ganem, da SC Johnson

Tatiana é a pessoa que comanda as operações da SC Johnson no Brasil. Engenheira de formação, a executiva está na empresa há mais de 20 anos, tendo passado por 12 posições ao longo da sua trajetória até a liderança. Atualmente, responde como general manager, cargo mais alto da companhia no país.

Vanessa Martins, do Renaissance São Paulo Hotel

Vanessa é formada em turismo (Via: Reprodução/LinkedIn)

Vanessa ingressou no setor hoteleiro em 1998, quando foi aceita pela Walt Disney World como trainee. Agora, é a atual general manager do Renaissance São Paulo Hotel – cargo mais alto da empresa no Brasil. Graduada em turismo pela Universidade Anhembi Morumbi, a executiva conta, ainda, com uma formação de liderança feminina pela Cornell University, nos Estados Unidos. Na empresa há 13 anos, entre idas e vindas, também fez parte do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos no Rio, em 2016.

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