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Quatro vezes em que Luiza Helena Trajano, integrante da nova lista da “Time”, provou ser mais do que uma empresária

Empresária e presidente do conselho de administração do Magazine Luiza é a única brasileira presente na lista de 100 pessoas mais influentes do mundo da revista Time
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A empresária e presidente do conselho de administração do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, é a única brasileira na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo, publicada hoje (15) pela da revista “Time”. Luiza aparece na categoria Titãs, ao lado da atleta norte-americana Simone Biles e da dramaturga e produtora Shonda Rhimas. 

A publicação é referência mundial e, junto à eleição dos nomes, publica textos de introdução escritos por outras personalidades. No caso da empresária brasileira, o texto é assinado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

LEIA MAIS: O plano por trás da compra de 21 empresas pelo Magazine Luiza

“Em um mundo de negócios ainda dominado por homens, a brasileira Luiza Trajano conseguiu transformar o Magazine Luiza, que começou como uma única loja em 1957, em um gigante do varejo de dezenas de bilhões. É uma grande conquista — uma entre muitas”, escreveu o ex-presidente.

Além de ser uma das mulheres mais bem-sucedidas do Brasil e destaque na lista de bilionários da revista “Forbes”, com patrimônio estimado em R$ 24,1 bilhões, Luiza vive dando demonstrações públicas de que sua preocupação vai muito além do lucro. Veja, a seguir, quatro situações que provam isso:

Doações na pandemia

Durante a pandemia de Covid-19, Liza Trajano anunciou a doação de mais R$ 40 milhões para projetos de combate à disseminação da doença no Brasil. O grupo Magalu doou outros R$ 10 milhões para a compra de monitores cardíacos, respiradores, ajuda à ONG Amigos do Bem, focada na melhoria das condições de vida da população carente do sertão nordestino, e milhares de cestas básicas destinadas às comunidades de 10 estados do país.

Cota para negros

Em setembro de 2020, a gigante varejista anunciou a abertura de inscrições do seu programa de trainee apenas para candidatos negros. Na época, a iniciativa gerou polêmica e protestos a favor e contra a empresa nas redes sociais.

“A gente só consegue mudar quando entra com políticas públicas. O que nós precisamos, agora, é de mais negros e negras em cargos altos da empresa, já que temos hoje poucas pessoas nos conselhos e pouquíssimas na diretoria-executiva. É essa a meta do Magazine Luiza”, disse ela em abril de 2021, em audiência virtual na Câmara dos Deputados.

Cota para mulheres

Luiza também vislumbra criar uma regra temporária de cota para mulheres nos conselhos administrativos das empresas, com ao menos 30% de participação feminina nos colegiados responsáveis por tomar decisões estratégicas nas companhias e alinhar os interesses de sócios e investidores.

O debate teve início no grupo Mulheres do Brasil, uma iniciativa de diversas empresárias brasileiras com a liderança da presidente do conselho de administração da varejista Magazine Luiza. “O número de mulheres que não fazem parte das famílias controladoras em conselhos é muito baixo. Precisamos de cotas para enfrentar esse problema. É um processo transitório para sanar uma desigualdade”, disse à imprensa.

Defesa da vacina 

A empresária lançou, em fevereiro de 2021 um movimento para acelerar a vacinação dos brasileiros contra a Covid-19. O grupo Unidos pela Vacina, coordenado pela Mulheres do Brasil, que conta com mais de 75 mil mulheres, tinha o objetivo de apoiar o Sistema Único de Saúde (SUS) com a compra de insumos, como agulhas e seringas, e a logística de distribuição e vacinação. “Queremos ajudar a garantir que as vacinas cheguem a qualquer ponto do país, superando todo e qualquer obstáculo”, escreveu Luiza em seu perfil no Instagram. 

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