5 ações que mais subiram e caíram em 2021

Empresas do setor varejista foram as mais impactadas pela pandemia, e o mercado de commodities foi o grande destaque positivo
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Entenda quais ações apresentaram as melhores e os piores desempenhos em 2021 (Foto: Twenty20photos / Envatoelements)

O ano de 2021 não foi fácil para os investidores. A pandemia, que teve início em 2020 mas se prolongou para este ano, se somou a uma crise econômica que tirou o poder de compra da população e causou queda nas ações da bolsa de valores.

Os problemas enfrentados pelo governo estão entre os fatores que mais afetaram a bolsa e, consequentemente, causaram as maiores quedas de ações no ano. O temor com o risco fiscal – quando o governo passa a gastar mais do que arrecada – assustou o mercado no período.

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O início do ano, no entanto, foi promissor. Entre março e junho, a bolsa seguiu um caminho bem otimista com o início da vacinação e a retomada econômica. O otimismo foi tanto que o índice Ibovespa atingiu níveis máximos até bater a marca de 130 mil pontos no começo de junho.

A partir daquele mês, os investidores passaram a agir com cautela. O resultado foi a queda da bolsa que se manteve até dezembro. Os grandes catalisadores para as perdas foram dados econômicos preocupantes, como a inflação de 10,7% no acumulado de 12 meses, a variante ômicron que provocou medo em relação a uma nova onda da Covid-19, além de problemas relacionados ao governo.

Com este cenário, as empresas do setor de varejo foram as mais impactadas pela crise financeira à medida que as pessoas passam a consumir menos em períodos de crise. Por outro lado, 2021 foi marcado por uma valorização das commodities – matérias-primas como petróleo, minério de ferro -, e este mercado foi um dos grandes destaques positivos do ano.

Veja abaixo as ações que mais subiram e caíram em 2021:

5 ações que mais se valorizaram no ano:

  1. Embraer (EMBR3): + 176,72%

A Embraer é uma empresa do setor industrial que atua diretamente com a fabricação de aviões comerciais, executivos, agrícolas e militares. Atualmente, é possível comprar ações da empresa por R$ 24,39.

  1. Braskem (BRKM5): + 174,66%

Empresa do setor petroquímico, a Braskem é uma das maiores produtoras de resinas termoplásticas e é controlada pela Novonor. Hoje, as ações podem ser compradas por  R$ 57,30.

  1. Marfrig (MRFG3): + 78,57%

A Marfrig é uma multinacional que atua no setor de alimentos, com foco na comercialização de carne bovina, sendo a segunda maior produtora de carne do mundo. Na bolsa, as ações estão sendo negociadas por R$ 22,93.

  1. JBS (JBSS3): + 69,83%

A JBS, empresa do ramo de proteínas, também se destacou na bolsa. As ações da companhia que produz carne bovina, suína e de frango podem ser adquiridas por R$ 38,03.

OLHA SÓ: 2021: um ano louco para a economia

  1. Petrorio (PRIO3): + 42,83%

A Petrorio, que faz a gestão de reservatórios de petróleo e produz óleo e gás, fecha a lista. As ações da empresa são negociadas por R$ 20,10.

5 ações que mais se desvalorizaram no ano:

  1. Magazine Luiza (MGLU3): – 72,6%

Empresa do setor varejista, a Magazine Luiza foi um grande destaque nos últimos anos e se tornou queridinha entre os investidores. No entanto, as ações não tiveram um rendimento bom neste ano e podem ser adquiridas por R$ 6,76.

  1. Via Varejo (VIIA3): – 69,37%

A Via Varejo também é uma varejista especializada no comércio de móveis e eletrônicos. A empresa também administra o e-commerce do Extra e é dona das lojas Casas Bahia, Ponto e Bartira. Atualmente, as suas ações são negociadas por R$ 5,01.

  1. Pão de Açúcar (PCAR3): – 61,33%

O Grupo Pão de Açúcar, que também faz parte do setor varejista, opera as redes de mercados Pão de Açúcar, Assaí Atacadista e Extra. No momento, as ações podem ser compradas por R$ 21,87.

  1. Americanas (AMER3): – 58,96%

Mantendo o setor varejista entre as maiores desvalorizações, a Americanas é uma rede de comércio com foco no mercado de eletrônicos. Na bolsa, as suas ações podem ser adquiridas por R$ 31,03.

  1. EZTEC (EZTC3): – 52,07%

A EZTEC é uma empresa que atua no setor de construção e conta com mais de 130 empreendimentos residenciais e comerciais. Atualmente, as ações estão sendo negociadas por R$ 19,95.

Carol Proença é estudante de economia e especialista de investimentos certificada

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