Índices de ações: entenda para que servem e quais são os principais

Indicadores são essenciais para a criação de estratégias de investimentos mais rentáveis, afirmam especialistas
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Índices
Índices funcionam como “termômetro” do mercado financeiro, segundo a economista Laura Pacheco (Foto: Elas que Lucrem)

Ao investir em renda variável, inúmeros fatores devem ser analisados. O mais citado é o que diz respeito aos indicadores financeiros das empresas, que nos fornecem informações importantes sobre a saúde dessas organizações.

Mas, para quem já investe na bolsa de valores, vale ainda acompanhar o desempenho dos índices de ações, que trazem um panorama mais amplo do mercado financeiro. “Eles servem como uma espécie de termômetro que permitem, de forma bem simplificada, ter uma ideia de como está o mercado financeiro”, explica a economista Laura Pacheco. 

Os índices são usados principalmente como medida de referência e benchmark do mercado. Enquanto referência, a função de um índice é comparar se uma estratégia de investimentos está acima, abaixo ou em linha com a performance do mercado.  “Vamos supor que você compre uma ação que valorize 8% em um mês. Isso pode parecer ótimo. Mas, se o índice da bolsa aponta que o mercado valorizou 15% no último mês, fica claro que aquela não foi a melhor escolha”, exemplifica Laura. 

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Já os benchmarks servem para o desenvolvimento de uma estratégia de investimentos mais assertiva. Um dos benchmarcks mais populares do mercado financeiro é o CDI. “São muito utilizados por gestores de patrimônio, já que eles possuem um volume bastante elevado para investir e, para isso, é necessário definir uma estratégia. Nela, eles normalmente usam algum indicador como o ‘alvo’ de performance daqueles investimentos”, esclarece a especialista. 

A economista Janile Soares reforça que é fundamental que os investidores acompanhem os índices e benchmarks do mercado. “Assim, há mais previsibilidade e é possível analisar com mais assertividade as aplicações financeiras.”

Para Laura, eles também podem ajudar o investidor a avaliar se a estratégia adotada é adequada ou pode ser melhorada. Ela acrescenta ainda que, a partir das informações oferecidas pelos indicadores, torna-se mais fácil administrar os riscos das aplicações, já que eles apontam em quais ativos vale a pena apostar. 

Além de todas as funções já mencionadas, os índices também servem como referência para a construção dos fundos de índices ou ETFs (Exchange Traded Funds). Com base no Ibovespa, por exemplo, o gestor replica as empresas que fazem parte da carteira e compõe o fundo. Assim, ao adquirir uma cota, o investidor deterá, de forma indireta, as ações de todas essas companhias. 

Veja, a seguir, os principais índices de renda variável:

Índice Bovespa (Ibovespa)

Também conhecido como IBOV, é o indicador mais relevante da bolsa de valores brasileira, a B3, e resume o desempenho das principais ações negociadas no mercado. Por isso, é também o principal referencial das ações brasileiras. Por meio dele, é possível comparar se os investimentos em ações estão sendo vantajosos ou não.

A ideia é bem simples: se a sua carteira de ações está perdendo para o desempenho do Ibovespa, talvez seja a hora de reavaliar os papéis que estão no seu portfólio.

IBrX100 e IBrX50

Os Índices Brasil são responsáveis por analisar o desempenho médio das ações de maior negociabilidade e representatividade do mercado. A diferença entre os dois é que o primeiro abrange as 100 principais ações, enquanto o segundo apenas os 50.

SMLL

É composto pelas empresas com menor capitalização de mercado listadas na B3, com valor entre R$ 300 milhões e R$ 2 bilhões. Para fazer parte do Índice Small Caps as ações das companhias devem ser negociadas acima de R$ 1 e não a empresa não pode estar em recuperação judicial. 

IDIV 

O Índice Dividendos traz o desempenho médio das ações que pagam os melhores proventos aos investidores, seja na forma do pagamento de dividendos ou juros sobre capital próprio. Os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) não fazem parte deste índice, nem os ativos de companhias em recuperação judicial ou extrajudicial. 

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