7 dicas para construir um networking poderoso

Cultivar as conexões profissionais certas pode ser a peça-chave para alavancar a carreira
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Contatos podem aumentar as oportunidades profissionais (Foto: Ann H/Pexels)

Talvez você conheça essa prática como “manter bons contatos” ou “fazer uma social com os colegas”. Mas, saindo da superficialidade que o termo pode transmitir à primeira vista, o networking é uma das ferramentas mais poderosas de desenvolvimento profissional da atualidade. Em um país como o Brasil, onde ajudar o próximo é uma prática quase cultural, a conexão eficaz no mercado pode ser uma peça-chave para uma carreira de sucesso. 

Originado da língua inglesa,  a expressão significa, ao pé da letra, “rede de trabalho” (“net” = rede e “work” = trabalho). Assim, ela engloba tudo aquilo que pode ser conquistado ou retido por meio da relação com colegas e outros profissionais: de oportunidades concretas de emprego a informações valiosas, contatos, visibilidade e vendas. 

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A importância desse tipo de conexão é tão presente, que, segundo um estudo da Glassdoor, site de avaliação de empresas, cerca de 73% dos profissionais que entraram em um recrutamento por meio de indicação foram aprovados para a vaga. Segundo Mara Leme Martins, PhD e vice-presidente da Business Network International Brasil, um bom networking pode ajudar a definir caminhos profissionais, uma vez que a maioria dos cargos corporativos não é anunciada publicamente. “Mais do que isso, os relacionamentos dos profissionais podem nos mostrar um universo sobre o qual não teríamos acesso sem uma boa rede de relacionamento”, diz. 

No entanto, como explica a gestora de carreiras Daniele Costa, não se deve confundir a prática com relacionamentos mais próximos, de amizade. “É uma linha tênue, mas não necessariamente seu contato precisa ser alguém por quem você nutre algo emocional. Em casos de líderes e subordinados, por exemplo, é importante saber qual é o seu papel”, afirma a mentora. Mara, por sua vez, lembra que, na prática, isso torna desnecessária a existência de afinidades profundas entre as partes. “No network, o foco são os negócios. Os relacionamentos podem permanecer apenas na esfera profissional, dependendo do caso”, diz. 

A Elas Que Lucrem pediu para que as especialistas reunissem dicas para construir um networking poderoso. Veja, a seguir, o que elas disseram:

Escolha bem os contatos

Para Daniele, não basta ter uma lista enorme de contatos. É preciso cultivar relações com profissionais que consigam agregar à sua carreira. “Precisamos buscar pessoas que favoreçam nosso desenvolvimento enquanto ser humano, pessoa e profissional”, destaca Daniele. Assim, vale a máxima de que qualidade é melhor do que quantidade, transformando o networking em um trabalho assertivo – e não massivo. 

Seja claro 

Justamente para não ser confundido com uma amizade comum, o networking exige uma fala mais direcionada, segundo Daniele. Nesse caso, a assertividade na comunicação tende a render melhores resultados, já que o outro fica ciente de quais são os objetivos e interesses da relação. Além disso, fica mais fácil respeitar o limite entre a vida profissional e pessoal, evitando possíveis constrangimentos. “É preciso saber até onde o outro pode ir e o que você pode exigir”, explica a mentora. 

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Trabalhe a comunicação

Como na construção de todo relacionamento, a boa comunicação é uma das peças centrais. De acordo com Daniele, é importante que essa troca aconteça com empatia e fluidez para que os laços se construam da maneira menos artificial possível. Além disso, uma boa conversa tende a aumentar a confiança e a troca de informações entre os locutores. 

Dê tempo ao tempo

Um dos maiores erros que podem acontecer no networking é a busca por resultados imediatos. “É diferente de uma rodada de negócios”, destaca Mara. Assim, é preciso que os profissionais tenham consciência de que as oportunidades podem demorar mais para aparecer – ou até que os relacionamentos demandam mais tempo para atingir um estado de confiança. Em ambos os casos, será necessário dedicar esforços a longo prazo até que apareçam os primeiros resultados. “É uma construção gradativa”, conclui. 

Não tente se vender

O networking não é uma entrevista de emprego, ou seja, não é preciso que o indivíduo se “venda” em troca de indicações. Justamente pelo caráter social da relação, é importante que os profissionais foquem primeiro na etapa de ganho de credibilidade, e só depois partam para a conquista de visibilidade. Sendo assim, é preferível evitar falar sobre o currículo ou o todo o histórico de trabalho nas conversas iniciais 

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