Terceira fase do “Todas em Tech” irá capacitar 720 mulheres programadoras no Brasil

Projeto da startup social {reprograma} tem como objetivo aumentar a presença feminina no mercado de tecnologia
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 O TemT tem como objetivo impactar até 2,4 mil mulheres brasileiras até o final do ano que vem (Foto: Mikhail Nilov/Pexels)

A {reprograma}, startup social de ensino de programação voltada para mulheres, acaba de anunciar a terceira fase do “Todas em Tech” (TemT). Criado em janeiro de 2021, o projeto visa levar capacitação a futuras profissionais em estado de vulnerabilidade, como negras, trans e travestis. Nesta edição, ao todo, serão 720 vagas para participar das oficinas, sendo que apenas 120 candidatas acabarão selecionadas para ingressarem nas turmas definitivas. 

O processo é destinado para mulheres de todas as regiões do Brasil. Para participar, basta acessar o link do site e preencher a ficha entre 4 de janeiro e 4 de fevereiro. Também é necessário gravar um vídeo de um minuto para completar a inscrição, sendo que candidatas trans possuem a opção de enviar apenas aúdio, se sentirem mais confortáveis.

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Durante as oficinas de recrutamento, as alunas serão apresentadas ao universo de tecnologia da informação, incluindo aulas introdutórias de HTML, CSS, lógica de programação e JavaScript. Como resultado do aprendizado, todas irão produzir uma página pessoal para enviar aos futuros contratantes, estimulando sua entrada no mercado de trabalho. 

Após a seleção inicial, elas ainda serão divididas em três turmas, sendo duas de back-end (80 pessoas) e uma de front-end (40 pessoas). O curso terá início no primeiro semestre de 2022, com duração de 18 semanas. Vale lembrar que todas as aulas são 100% online e gratuitas. 

Por fim, as programadoras recém-formadas contarão com um “empurrãozinho” para começarem a colher os primeiros frutos da capacitação. Com a finalização do projeto, as participantes terão auxílio de profissionais da  {reprograma} para montar o próprio currículo e portfólio. Elas também terão acesso a uma plataforma de conexão entre programadoras e empregadores.  

Com um aporte de R$ 4 milhões, o TemT tem como objetivo impactar até 2,4 mil mulheres brasileiras até o final do ano que vem. Destas, ao menos 55% serão negras e 5% trans ou travestis. 

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