63% dos trabalhadores possuem metade da renda comprometida com dívidas

Pesquisa foi realizada pela Creditas com trabalhadores com carteira assinada
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Cerca de 63% dos trabalhadores possuem ao menos metade da renda já comprometida com dívidas. É o que aponta uma pesquisa da Creditas, realizada com 1.500 profissionais em regime CLT do país. 

Apesar do cenário, o levantamento revelou que 60% dos entrevistados nunca utilizaram crédito como garantia para negociar o pagamento de contas em aberto. Além disso, 14% nunca ouviram falar nessa alternativa, número que sobe para 22% quando a faixa etária é restringida para trabalhadores de 18 a 24 anos.

Crédito mais barato

O fato de ter um bem, como um carro ou uma casa, permite o acesso a opções de crédito com garantia, que normalmente apresentam tarifas mais baixas. Na comparação de diferentes modalidades de empréstimo feita em maio, a média de juros rotativos do cartão de crédito chegava a 13,34%. No caso do cheque especial, o índice era de 6,67%, enquanto o crédito com garantia de automóvel (auto equity) de 1,49%. Já o crédito com garantia de imóvel (home equity) registrava 0,99% + IPCA. Os dados dos  juros rotativos do cartão de crédito e cheque especial foram obtidos no site do Banco Central, enquanto dos créditos com garantia de imóvel e veículos no site da Creditas.

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Solicitações de crédito

Segundo dados proprietários da Creditas, compilados de janeiro a maio de 2022, transações relacionadas à resolução do endividamento estão entre os principais motivos que levam os clientes a solicitar o crédito com garantia. Somando o pagamento e a renegociação de dívidas, o auto equity obteve 30% das solicitações. Já o home equity atingiu mais da metade das solicitações.

Segundo a VP de home equity da Creditas, Maria Teresa Fornea, o refinanciamento de dívidas pode ser uma alternativa saudável para quitação das contas em aberto. “Quando um bem é oferecido como garantia para obtenção de crédito, é possível obter taxas menores e prazos maiores de pagamento. A substituição de um contrato existente por um novo, com melhores condições de pagamento, faz com que o consumidor conquiste autonomia e recupere o controle das próprias finanças”, completa.

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