6 livros escritos por mulheres para ler até o fim do ano

Obras trazem a perspectiva feminina de temas como sexualidade, racismo e violência
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bell hooks é uma das maiores autoras feministas contemporâneas (Foto: Divulgação)

Com menos de seis meses para o fim do ano, ainda há tempo de colocar a leitura em dia e aproveitar o período para avançar ainda mais nas pautas de autodesenvolvimento. 

Nas prateleiras das livrarias, não faltam opções de obras literárias que trazem visões e ensinamentos sobre temas relevantes para a sociedade moderna – bem como identidade, raça, violência, sexualidade e etc.

Nesse contexto, vale a pena apostar em escritoras que trazem à tona a perspectiva feminina em cima desses tópicos. Com diferentes perfis, essas mulheres conseguem, através de suas habilidades literárias, tocar no íntimo de questões como o padrão de beleza e a maternidade real. 

Veja, abaixo, 6 livros escritos por mulheres:

“Garota, mulher, outras”, de Bernardine Evaristo

(Foto: Divulgação)

Vencedor do Booker Prize em 2019, a obra traz o olhar da autora anglo-nigeriana para questões como identidade, raça e sexualidade. Partindo do conflituoso cenário britânico após o Brexit, o romance traz à tona a realidade das pessoas que não possuem voz na sociedade, bem como aqueles que precisam lutar para garantir a própria sobrevivência. Nesse ambiente, o machismo e o racismo se colocam como fatores determinantes nas narrativas pessoais da população – sobretudo para as mulheres negras. 

Considerada uma obra de gênero híbrido, “Garota, mulher, outras” é composta de versos livres e sem pontos-finais.Na época de seu lançamento, o livro foi elogiado por personalidades como Barack Obama, Roxane Gay, Ali Smith e Tom Stoppard. 

“O mito da beleza”, de Naomi Wolf

(Foto: Divulgação)

Publicado em 1991, “O mito da beleza” trata de uma questão atemporal no cotidiano feminino: o culto à beleza e a juventude. Na visão da jornalista, esse comportamento é desencadeado pelo sistema patriarcal como um mecanismo de controle social que  impede o avanço dos ideais feministas de emancipação da mulher. 

Na obra, o tema é explorado a partir de uma perspectiva histórica, chegando nos dias de hoje e nas questões que envolvem a tirania da beleza no lar, trabalho e sobretudo na mídia. 

LEIA MAIS

“Minha história”, de Michelle Obama

(Foto: Divulgação)

A autobiografia da ex-primeira dama norte-americana Michelle Obama traz uma série de aprendizados sobre poder, feminilidade e determinação. Ao longo da narrativa, a advogada conta a jornada intensa e angustiante que passou ao lado do marido, Barack Obama, durante o período eleitoral e, mais tarde, no comando dos Estados Unidos. Em paralelo, aparecem ainda temas como a conciliação da carreira com a maternidade e exposição internacional. 

“Seminário dos ratos”, de Lygia Fagundes Telles

(Foto: Divulgação)

Escrito pela dama da literatura nacional, “Seminário dos ratos” reúne 14 dos mais complexos contos da autora. Fazendo uso de recursos fantásticos, Lygia Fagundes Telles usa seus recursos literários para passar por temas como a morte, a velhice, o amor e a loucura. Trazendo à tona a perspectiva das mulheres, a escritora ainda dá destaque para o universo feminino e seus desdobramentos.  

“Amor”, de bell hooks

(Foto: Divulgação)

Uma das intelectuais feministas mais importante da atualidade, bell hooks convida os leitores a refletirem sobre os efeitos e consequências do amor em meio a uma sociedade machista, racista, violenta e intolerante. Durante a obra, a autora constrói sua tese de como a construção de uma ética amorosa é a melhor forma de edificar um mundo justo, promovendo o bem-estar e a igualdade entre seus moradores.  

“Fome: Uma autobiografia do (meu) corpo”, de Roxane Gay

(Foto: Divulgação)

A autobiografia de Roxane Gay narra como um episódio de abuso sexual vivido por ela aos 12 anos de idade refletiu em sua relação com seu corpo e, consequentemente, com o mundo.  Em um relato doloroso, a escritora conta que usou a comida para afastar olhares alheios e construir uma barreira com os outros. Com humor e ousadia, a obra tange em questões como a violência contra a mulher, a gordofobia e padrões estéticos de beleza. 

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